Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Visto de cima

Mäyjo, 02.03.15

 

Salar de atacama - Deserto de Atacama, Chile.jpg

Salar de Atacama

Atacama Desert, Chile

-23.485147032°, -68.343292356°

 

O Salar de Atacama são uma série de lagoas de evaporação no deserto de Atacama, no Chile.

Com nenhum registro histórico de chuvas em algumas partes da região, ele é considerado um dos lugares mais secos da Terra. Salmouras ricas em minerais - água com uma elevada percentagem de sais dissolvidos - são bombeados através de poços subterrâneos em grandes, lagoas de evaporação rasas como as que se veêm na imagem. As salmouras de subsuperfície do Atacama são particularmente ricas em sais de lítio, um componente essencial utilizado na produção de pilhas e medicamentos.

Emprendimento residencial - Cape Coral

Mäyjo, 02.03.15

67d20d83-e753-42ad-9afd-4e9edf9b9a51.jpg

Residential development

Cape Coral, Florida, USA

26.604391044°, -81.958473340°

 

Este empeendimento residencial rodeia as vias navegáveis de Cape Coral, na Flórida, EUA.

Com mais de 400 milhas (640 km) de canais navegáveis, o comprimento total dos canais neste "Waterfront Wonderland" é o maior que existe numa só cidade, no mundo.

A agricultura biológica como ferramenta para a inclusão social

Mäyjo, 02.03.15

A agricultura biológica como ferramenta para a inclusão social (com VÍDEO)

Fundada em 1976, a Cercica é uma das muitas entidades que apoia, em Portugal, os cidadãos inadaptados. A cooperativa actua na área de Cascais e a sua última aposta, a agricultura social, é a prova de que a integração, no mercado trabalho, de pessoas inadaptadas não é um processo caótico e complexo.

O projecto de agricultura social da Cercica é, na verdade, bastante simples: utilizar a agricultura biológica como ferramenta de inclusão social. “Estes jovens não são diferentes de todos nós. A sua grande ambição é terem trabalho e serem autónomos. E é para isso que nós os treinamos”, explicou ao Economia Verde Rosa Neto, da Cercica Cascais.

O primeiro passo é a formação dos jovens. Depois vem o cultivo das plantas ornamentais ou aromáticas, que a Cercica vende para várias entidades, públicas ou privadas. “Só conseguimos dignificar as pessoas através do trabalho. E isso é visível no país, na crise. As pessoas estão deprimidas porque não têm trabalho”, explica

Os vasos de menta-chocolate desenvolvidos durante a visita do Economia Verde seguiram para uma das mais conhecidas geladarias de Cascais. “Temos várias áreas de negócio e os seus lucros são reinvestidos nos que conseguem fazer menos”, frisou Rosa Neto.

As plantas, por sua vez, foram enviadas para a Câmara Municipal de Cascais. Mais tarde, serão colocadas em rotundas do concelho. “O grande cliente é a câmara, mas também temos clientes particulares. Estamos a trabalhar para a comunidade, como qualquer outro empresário”, concluiu a responsável pela Cercica.

“Pagamos IVA e os seus impostos. Não estamos isentos desta situação e isso é um verdadeiro contributo que eles estão a gerar para o Estado. É importante e eles sabem disso”.

Veja o episódio 207 do Economia Verde.

 

Foto: mckaysavage / Creative Commons

UM FRIGORÍFICO SEM PORTAS QUE POUPA ENERGIA E REDUZ DESPERDÍCIO ALIMENTAR

Mäyjo, 02.03.15

impress_SAPO

Em 2012, o então estudante de design industrial Ben de la Roche apresentou o Impress, um frigorífico sem porta, futurista, que poupa energia e pode reduzir o desperdício alimentar. O jovem, que entretanto se licenciou na Universidade de Massey, na Nova Zelândia, recebeu o segundo lugar na competição Electrolux Design Lab.

“Em vez de esconder a comida e bebida refrigerada numa caixa fechada, a aplicação coloca-as lá fora, mantendo-as frias. E poupa energia ao só aplicar a refrigeração quando um alimento está presente”, explicou De la Roche em 2012.

Dois anos e meio depois, não há registo de novidades sobre o Impress. Ben de la Roche acabou o curso e desenvolveu outros produtos, mas o frigorífico sem porta e sustentável terá ficado para trás.

O modelo apresentava várias unidades de arrefecimento hexagonais, que formavam uma parede em forma de favo de mel. Quando estamos prontos para colocar um produto no frigorífico, basta pressionar um ou mais hexágonos e colocar o objecto – este hexágono e os vizinhos ficarão activos.

Ao contrário dos frigoríficos tradicionais, que usam gases tóxicos como a amónia, o Impress baseia-se em refrigeração termoacústica. Veja algumas fotos.

Impress, o frigorífico sem porta

ÍNDIA: POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA PODE REDUZIR ESPERANÇA MÉDIA DE VIDA DE 660 MILHÕES DE PESSOAS

Mäyjo, 02.03.15

india_SAPO

Tal como a China, há muito que a Índia é afetada pela poluição. Esta poluição provém principalmente de fontes como os fogões a lenha, emissões de veículos, queima de resíduos vegetais e, mais recentemente, centrais de combustão de carvão.

Mas este aumento da poluição tem um preço: maior número de mortes prematuras e redução da esperança média de vida. Estima-se que as doenças associadas à poluição sejam responsáveis por 620.000 mortes prematuras todos os anos. E quem não morre vê a sua esperança média de vida reduzida em 3,2 anos. Este último flagelo afecta metade da população da Índia, cerca de 660 milhões de pessoas.

Mas esta situação pode ser revertida. Um estudo publicado na Economic and Political Weekly revela que se a Índia conseguir reduzir a sua poluição o suficiente para cumprir os seus próprios padrões de qualidade do ar, centenas de milhões de indianos conseguirão respirar melhor.

“O foco da Índia está no crescimento”, indicou Michael Greenstone, um dos autores do estudo do Instituto de Políticas Energéticas da Universidade de Chicago, cita o Discovery News. “Contudo, há muito que a definição convencional de crescimento tem ignorado as consequências da poluição atmosférica para a saúde”, sublinha o investigador.

Porém, os investigadores reconhecem no estudo que não será fácil resolver o problema. Segundo é indicado no estudo serão necessárias grandes alterações à regulação ambiental do país. São necessárias mais estações de monitorização da poluição e deve ser introduzido um sistema que responsabilize as empresas mais poluentes.

Os investigadores defendem ainda que a Índia beneficiaria de um mercado de comercialização de emissões de gases, onde as empresas seriam teoricamente encorajadas a reduzir as emissões para além dos padrões nacionais porque poderiam vender os seus créditos a outras empresas.

Em 2014, a Organização Mundial de Saúde, verificou que Nova Deli tinha a pior qualidade de ar entre 1.600 cidades mundiais, ultrapassando mesmo Pequim.

Foto: BDphoto1 / Creative Commons